domingo, 25 de outubro de 2009

Histórico do MAC - Museu de Arte Contemporânea da USP:

O Museu de Arte Contemporânea da USP é um dos mais importantes museus da Amérca Latina. Ele possui várias obras de grandes autores e pintores do século XX como a do Picasso, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Volpi, Brecheret, Antonio Dias, Kandinsky, e entre vários outros.

O MAC foi criado em 1963 pela Universidade de São Paulo quando recebeu de Francisco Matarazzo Sobrinho, presidente do Museu da Arte Moderna, o acervo que constituá o MAM e as doações de suas coleções particulares ao novo museu.
O principal objetivo do Museu é tornar a cultura acessível a todas as classes sociais.

O MAC realiza portanto, uma série de exposições temporárias com obras de artistas brasileiros e estrangeiros de outros países, novas e consagradas, que não pertencem aos seus acervos. Tornando-se assim, um espaço para se experimentar e para surgir e discutir novas tendências e novos caminhos da arte contemporânea.

Bibliografia:
http://www.mac.usp.br/mac/historico.asp

Autor: Priscila nº31 6ªG

quarta-feira, 21 de outubro de 2009



O MAC tem duas Localizações em São Paulo, uma fica no parque ibirapuera (Terça a domingo das 10 às 18 horas
Segunda-feira fechado, Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3° piso) e a outra na universidade da USP (Terça à sexta das 10 às 18; Sábado, domingo e feriados das 10 às 16 horas
Segunda-feira fechado, Rua da Reitoria, 160).

O MAC USP foi criado em 1963, quando deu transferência das obras do MAM à Universidade de São Paulo. O museu possui em seu acervo cerca de 8 mil obras, entre óleos, desenhos, gravuras, esculturas, objetos e trabalhos conceituais nacionais e internacionais. Mesmo sendo considerado um espaço de pesquisa é proibido tirar fotos e entrar com bolsas ou mochilas.




Por: mariam, nº 22, 6G

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Teatro de fantoches:
Tema: Quero um porco novo

Narrador (Pietra): O fazendeiro compra um porco novo, quando ele chega Cachorra (Aline): Esse porco é tão feio, como pode ser especial?! Narrador (Pietra): na fazenda todos percebem que ele é diferente e o excluem. Gata (Nina): Essa coisa ser especial?! Eu acho que não!
Sapo (Mariam): Gente olha que feio esse porco novo! Narrador (Pietra): O porco, que virou um homem, saiu andando pelo
Porco (Priscila): Nossa nunca quero ser igual a ele. Porco (Mariana): Eu acho que ninguém gosta de mim, mas eu sou assim, eles não sabem que eu sou especial, mas um dia serei igual a eles.
Cachorra (Aline): Eu hein... Gata (Nina): Do jeito que sou delicada não posso encostar-me a essa coisa suja. Narrador (Pietra): O porco muito entristecido andava sozinho à noite. Narrador (Pietra): Os animais, cansados, então voltaram a dormir, de
Narrador (Pietra): O porco se joga na lama e se diverte, mas ninguém liga. Porco (Mariana): Acho que devo ir embora, ninguém fala comigo
Narrador (Pietra): Quando todos vão dormir, o porco fica um pouco lá fora.
Narrador (Pietra): Os animais, cansados, então voltaram a dormir.
Porco (Mariana): Acho que devo ir embora, ninguém fala comigo por aqui.
Narrador (Pietra): Quando todos perceberam que o porco diferente ia indo embora...
Sapo (Mariam): Sabemos já que você é um porco bem diferente, e é raro de agente aceitar, mas bem – vindo ao nosso grupo!
Porco (Priscila): Nos vimos tudo ontem, de como você consegue se transformar em um ser humano!
Cachorra (Aline): Para falar com sinceridade, você não entraria para o grupo mas eu aceito! Você pode entrar!
Gata (Nina): Opa! Eu acho que não ouvi direito, vocês tão deixando mesmo esse porco esquisito entrar no nosso grupo?!
Porco (Mariana): Porque ? Tem algum problema se eu entrar no seu grupo!?
Gata (Nina): Para mim tem, e um dos grandes!
Sapo (Mariam): Pessoal vamos decidir isso logo! Platéia vocês acham que esse porco devem entrar no grupo?
Porco (Priscila): Tá então decidido ele vai entrar no GRUPO!
Gata (Nina): Não eu proíbo de esse porco conseguir entrar no GRUPO! Pessoal, da platéia vocês estão de que lado, do MEU ou do DELES!?
Todos menos a Gata e o Narrador: Temos certeza que estão do nosso!
Narrador (Pietra):Mas no final tudo deu certo, o porco ficou na fazenda e a gata teve de aceitar de qualquer modo!

Autores: Aline nº2, Nina nº 28, Priscila nº31, Mariam nº22, Mariana nº23, Pietra nº 30 - 6ªG

sábado, 22 de agosto de 2009

o que é leitura de colrdel?
A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal.
o que é xilogravura?
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz (figura ou forma) e possibilita a reprodução de imagens e textos sobre papel. É um processo inversamente parecido com um carimbo já que o papel é prensado com as mãos sobre a matriz.

Mariam-nº 22

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


Quem foi Ariano Suassuna?
Nascido em João Pessoa, aos três anos de idade, Ariano passou por um dos momentos mais complicados de sua vida com o assassinato de seu pai, por motivos políticos, durante a Revolução de 1930, o que obrigou sua mãe, Rita de Cássia Vilar, a levar toda a família a morar na cidade de Taperoá.

Ariano residiu em Taperoá, onde fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.

Em 2002, Ariano Suassuna foi tema de enredo do Império Serrano, no carnaval carioca; em 2008, foi novamente tema de enredo, desta vez da escola de samba Mancha Verde no carnaval paulista.




Mariana Messina nº 23


Maria Bonomi faz pinturas pinturas abstratas e hoje tem 74 anos de idade .
Mariam - nº 22




Maria Anna Olga Luiza Bonomi. Gravadora, escultora, pintora, muralista, curadora, figurinista, cenógrafa, professora. Maria Bonomi vem para o Brasil em 1946, fixando-se em São Paulo. Estuda pintura e desenho. No ano seguinte, inicia-se em gravura com. Realiza a sua primeira individual em São Paulo, em 1956. Nesse ano, recebe bolsa de estudos e estuda no Pratt Institute Graphics Center, em Nova York. Em paralelo, cursa gravura e teoria da arte com, na Columbia University, também em Nova York. De volta ao Brasil, freqüenta a Oficina de Gravura em Metal, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1959. No ano seguinte, em São Paulo, funda o Estúdio Gravura, com Lívio Abramo, de quem é assistente até 1964. A partir dos anos 1970, passa a dedicar-se também à escultura. Produz painéis de grandes proporções para espaços públicos. Em 1999, defende a tese de doutorado intitulada Arte Pública.
Mariam - nº 22

link : http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=794